Recentemente, a proposta de reforma do Poder Judiciário, apresentada pelo ministro do STF Flávio Dino, não teve o apoio da direita em Goiás. Apesar de algumas vozes favoráveis a mudanças, muitos bolsonaristas acreditam que essa discussão está sendo usada pelo governo Lula para desviar a atenção da crise do Banco Master. A oposição pretende adiar o debate para o próximo ano, já que acredita que terá maioria no Congresso a partir de 2027. O líder da oposição na Câmara, Cabo Gilberto Silva (PL-PB), afirmou que não apoiará a reforma, argumentando que os ministros do STF não respeitam a Constituição.
Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), líder do PL na Câmara, também criticou a proposta de Dino, destacando que o recesso eleitoral se aproxima e que outros assuntos importantes já estão na pauta. Ele acredita que apoiar a proposta poderia fortalecer o governo no discurso político. Os bolsonaristas, por sua vez, buscam uma mudança significativa para limitar os poderes do STF e facilitar o impeachment de seus ministros. A proposta de Dino inclui 15 pontos, abordando desde a agilidade na análise de processos até questões polêmicas como o fim da aposentadoria compulsória para juízes.
Para acompanhar a discussão sobre a reforma do Judiciário e outras pautas, os cidadãos podem acessar as sessões do Congresso através dos sites oficiais e acompanhar as redes sociais dos deputados e senadores. Além disso, canais de denúncia e informações sobre a tramitação de propostas estão disponíveis na internet. O cenário político se mantém dinâmico e, nos próximos meses, novas audiências públicas e debates devem ocorrer, especialmente com a proximidade do recesso e as eleições se aproximando.