O documentário “Zico, o Samurai de Quintino”, dirigido por João Wainer, apresenta uma nova perspectiva sobre a vida do craque Zico, um dos maiores ídolos do futebol brasileiro. Lançado recentemente, o filme não se restringe a ser apenas uma compilação de lances e gols, mas explora aspectos pouco conhecidos da trajetória do jogador, incluindo sua surpreendente decisão de encerrar a carreira em um time japonês. Um dos momentos mais emocionantes do documentário é quando Zico revela seu arrependimento por ter ido à Copa do Mundo de 1986, no México, mesmo sem estar em condições físicas ideais devido a uma grave lesão sofrida em 1985.
No longa, Zico reflete sobre sua carreira, marcada por grandes vitórias, mas também por tragédias, como a eliminação do Brasil para a França naquela Copa, onde ele perdeu um pênalti. Enquanto Maradona se consagrava, Zico lidava com a frustração de um final de carreira conturbado. A decisão de se transferir para o Japão em 1991, aos 38 anos, gerou surpresas, até mesmo em sua esposa, Sandra. Ele foi jogar no Sumitomo Metals, um clube de pouca expressão na época, e ajudou a transformá-lo no poderoso Kashima Antlers, um verdadeiro ícone do futebol japonês.
O documentário também traz imagens raras e depoimentos de pessoas que acompanharam Zico ao longo de sua carreira, incluindo figuras como Ronaldo Fenômeno e Carlos Alberto Parreira. Para quem deseja acompanhar mais sobre a vida de Zico e o desenvolvimento do futebol japonês, o filme está disponível em várias plataformas de streaming. Em breve, Zico deve participar de eventos relacionados ao futebol, reforçando sua importância na história do esporte.