Durante um ato de campanha em Copacabana, no Rio de Janeiro, o candidato à presidência pelo Avante, Augusto Cury, se manifestou em apoio ao ministro do STF, André Mendonça, no dia 7 de setembro. Ele também mencionou o presidente do tribunal, Edson Fachin, afirmando que a isenção é fundamental em casos de corrupção, e que investigações devem ir até o fim. Essa declaração veio à tona em meio a uma polêmica envolvendo Mendonça, que retirou o sigilo de um relatório da Polícia Federal, revelando que um indivíduo teria consultado Alexandre de Moraes sobre uma possível fuga antes de sua prisão.
Cury, que estava acompanhado de sua esposa, enfrentou uma situação tumultuada ao tentar subir em um trio elétrico para discursar. A manifestação contou com bandeiras que traziam sua imagem junto a outros candidatos do Avante, como Dudu Nunes e Wellington Braga, que também buscam uma vaga na Câmara pelo Rio de Janeiro. Durante seu discurso, Cury criticou a situação fiscal do Brasil e a alta taxa de juros, demonstrando preocupação com o endividamento das famílias. Ele se comprometeu a se reunir com economistas para discutir soluções, como tornar os juros mais acessíveis e criar mecanismos jurídicos para ajudar na quitação de dívidas.
Atualmente, Cury ocupa a terceira posição nas intenções de voto, segundo pesquisa do Datafolha divulgada no dia 3 de setembro, com 8% de apoio, um salto significativo em comparação com os 2% registrados em agosto. Para quem deseja acompanhar as sessões do STF e outros desdobramentos políticos, é possível acessar informações pelos canais oficiais do tribunal e por meio de plataformas de notícias. Os próximos passos da campanha de Cury incluem mais eventos e a preparação para as próximas votações.