Na última quinta-feira (3), o ministro Alexandre de Moraes, do STF, solicitou a investigação do colega André Mendonça por supostos abusos de autoridade e improbidade administrativa no caso do Banco Master e do INSS. O pedido, parte do inquérito das fake news, foi enviado ao presidente do STF, Edson Fachin, que deve tomar as devidas providências. Essa ação gerou reações entre apoiadores de Jair Bolsonaro, como Flávio Bolsonaro, que tentou associar Moraes ao presidente Lula, afirmando que ambos irão “perder” no embate com a população.
Além de Flávio, outros aliados, como o ex-deputado Eduardo Bolsonaro, criticaram Moraes, alegando que o inquérito tem o objetivo de perseguir adversários. Eduardo mencionou, em suas redes sociais, que a situação atual é de um “câncer” que precisa ser removido do Brasil. O candidato à presidência pelo Novo, Romeu Zema, também se manifestou, sugerindo que Moraes atua de forma autoritária e pedindo sua prisão. O deputado Nikolas Ferreira e o senador Rogério Marinho também se juntaram às críticas, afirmando que Moraes estaria usando seu poder de forma pessoal em vez de institucional.
Para quem deseja acompanhar as movimentações do STF e as investigações em curso, é possível acessar o site oficial do tribunal, onde são publicadas atualizações sobre processos e decisões. Canais de denúncia e contato com os representantes podem ser encontrados nas plataformas do próprio STF e nas redes sociais dos parlamentares.
Os próximos passos incluem a tramitação do pedido de investigação de Mendonça e possíveis audiências públicas sobre o caso, além de um acompanhamento mais próximo das reações e desdobramentos envolvendo os ministros do STF e as críticas que vêm sendo feitas a eles. A situação continua em evolução, e a atenção da sociedade se volta para como os órgãos envolvidos irão lidar com as acusações e a pressão política.