A campanha de Flávio Bolsonaro (PL) decidiu não usar mais tecnologia de “deep fake” em sua propaganda eleitoral, acreditando que o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) deve proibir essa prática. A expectativa é que a corte estabeleça uma regra nos próximos dias, especialmente após um vídeo com inteligência artificial de Jair Bolsonaro (PL) que foi exibido durante a convenção do filho no final de julho. Apesar do aviso de que o conteúdo era sintético, a tendência do TSE é vetar o uso de deep fake, alegando que isso distorce a realidade e pode enganar os eleitores.
Integrantes da campanha de Flávio Bolsonaro conversaram com membros do TSE e sentiram que não haverá punição à campanha pelo uso do vídeo de Jair Bolsonaro, já que as regras ainda não estavam definidas naquele momento. Essa situação levanta questões sobre o uso de novas tecnologias na política e como elas podem influenciar a percepção pública.
Para quem está de olho nas decisões do TSE e quer acompanhar as sessões, é possível acessar as informações por meio do site oficial do tribunal. Além disso, canais de denúncia e formulários para contato estão disponíveis para que o público possa se manifestar sobre questões eleitorais. Documentos e relatórios também podem ser encontrados no portal do TSE.
Os próximos passos incluem a tramitação das novas regras sobre o uso de deep fake, que deve acontecer em breve. Audiências públicas e debates sobre o tema podem ser convocados, refletindo a importância de definir a regulamentação para o uso de tecnologias na propaganda eleitoral. O TSE está atento a esses avanços, buscando garantir uma eleição mais transparente e justa.