Depois de quase um mês do fim da Copa do Mundo e da eliminação do Brasil, já dá para começar a pensar no futuro da seleção. Neymar, que estreou com a amarelinha em 2010, parece ter dado adeus à equipe, considerando a aposentadoria ao 34 anos. Segundo o técnico Carlo Ancelotti, veteranos como Neymar, Casemiro e Danilo estão com o ciclo encerrado, e ele quer dar espaço para uma nova geração. Dois jogadores jovens que estiveram na Copa são Endrick e Rayan, e Estêvão, que perdeu a chance de jogar por conta de uma lesão, também está na mira.
Na prática, Ancelotti pode montar um ataque totalmente renovado com Estêvão (do Chelsea), 19 anos, na direita, Endrick (do Real Madrid), 20 anos, centralizado, e Rayan (do Bournemouth), também 20 anos, pela esquerda. No entanto, ele ainda precisa decidir se manterá Vini Jr. e Raphinha, que são titulares em seus clubes, nessa nova formação. O desempenho desses jogadores na temporada será crucial, especialmente para Raphinha, que enfrenta problemas físicos.
Se Ancelotti quiser que o trio Estêvão, Endrick e Rayan jogue junto, ele pode ter que mudar as posições. Estêvão poderia atuar como um terceiro homem no meio-campo, enquanto Rayan iria para a direita. O jogador do Chelsea tem experiência de atuar por dentro, e deixá-lo de fora não seria uma boa opção, segundo as opiniões de ícones como Cafu e Dunga, que apontaram Estêvão como o melhor jogador brasileiro atual. No entanto, a incerteza sobre o tempo de jogo dele no Chelsea, onde pode enfrentar concorrência forte, levanta dúvidas sobre sua convocação.
Para quem quer acompanhar os próximos passos da seleção, as partidas e os treinos ainda não foram definidos, mas a expectativa é que Ancelotti comece a testar novas formações em breve. O foco agora é garantir que esses jovens talentos tenham espaço para brilhar e levar o Brasil a um novo patamar até 2030.