Na manhã desta quarta-feira, 8 de novembro, o pré-candidato à Presidência Romeu Zema, do Partido Novo e ex-governador de Minas Gerais, comentou sobre a operação da Polícia Federal na casa do ex-presidente Jair Bolsonaro, que atualmente está em prisão domiciliar. A ação, autorizada pelo ministro do STF Alexandre de Moraes, tinha como objetivo verificar a presença de armas, mas, segundo a defesa de Bolsonaro, nada foi encontrado. Zema classificou a operação como “extremamente suspeita” e questionou a imparcialidade de Moraes, sugerindo que ele deveria ter aprovado uma ação envolvendo uma advogada que firmou um contrato de R$ 129 milhões com o Banco Master.
O contrato em questão, que foi mencionado por Zema, estabelece um pagamento de R$ 3,6 milhões mensais ao escritório de advocacia por um período de três anos, totalizando R$ 129 milhões. Documentos da Receita Federal também indicam que os repasses podem chegar a R$ 80,2 milhões em dois anos. Após uma reunião com empresários, Zema ainda comentou sobre a administração do presidente Lula, afirmando que o governo atual está lidando com as consequências de uma política anterior relacionada a tarifas sobre produtos brasileiros, sugerida pelo governo de Donald Trump.
Para quem deseja acompanhar as discussões sobre política em Goiás, é possível ficar de olho nas sessões da Assembleia Legislativa do Estado de Goiás e seguir os canais oficiais nas redes sociais. Além disso, denúncias e sugestões podem ser feitas diretamente aos representantes locais. Nos próximos dias, Zema e outros pré-candidatos devem continuar a participar de audiências e eventos que discutem temas relevantes para o estado, enquanto a agenda eleitoral se intensifica.