July 2, 2026
Política

ANJ Solicita Investigação sobre Quebra de Sigilo de Gaspar em 2 de Julho de 2026

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Recentemente, a ANJ (Associação Nacional de Jornais) pediu uma investigação urgente sobre diálogos que revelaram que o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master, e o publicitário Thiago Miranda,

ANJ Solicita Investigação sobre Quebra de Sigilo de Gaspar em 2 de Julho de 2026

Recentemente, a ANJ (Associação Nacional de Jornais) pediu uma investigação urgente sobre diálogos que revelaram que o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master, e o publicitário Thiago Miranda, da agência Mithi, acessaram dados pessoais da colunista Malu Gaspar, do jornal O Globo. As mensagens, obtidas pela Polícia Federal, mostram que Vorcaro solicitou a Miranda informações pessoais e financeiras da jornalista, tentando impedir suas investigações sobre o Banco Master. Essas conversas, que ocorreram entre março e abril de 2025, foram divulgadas pelo site Fatos on-line e confirmadas pela Folha.

De acordo com as mensagens, Vorcaro e Miranda analisaram transações financeiras e a renda média de Malu Gaspar, mas, mesmo sem encontrar informações relevantes, Miranda sugeriu a Vorcaro que precisavam “calar essa mulher”. Eles cogitaram contratá-la com uma proposta milionária pela revista IstoÉ, que pertence ao grupo que controla a Entre Investimentos, usada anteriormente por Vorcaro para financiar um filme sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro. No entanto, essa ideia foi descartada e, em seguida, pensaram em oferecer um contrato pelo Grupo Leo Dias, onde Miranda era CEO até junho de 2025, mas as propostas não se concretizaram.

O jornal O Globo se manifestou, repudiando a ação e afirmando que a devassa na vida da colunista Malu Gaspar visa silenciar a imprensa. A defesa de Vorcaro ainda não comentou a situação. Ele está preso desde março na Operação Compliance Zero, que investiga fraudes no Banco Master. A operação também investiga a contratação de Miranda para gerenciar a crise de Vorcaro, que inclui ataques a autoridades do Banco Central. Os contratos com influenciadores, que totalizavam R$ 8 milhões, foram parcialmente interrompidos após a PF iniciar a investigação em janeiro.

Para acompanhar as atualizações sobre esse caso, é possível acessar os canais oficiais da ANJ e do O Globo, que frequentemente publicam novidades e informações relevantes.

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