April 23, 2026
Política

Governador Zema critica STF, chamando tribunal de ‘incendiário’ em declaração sobre questões políticas – 22/04/2026

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Nesta quarta-feira (22), o ex-governador de Minas Gerais e presidenciável pelo partido Novo, Romeu Zema, criticou duramente o Supremo Tribunal Federal (STF), afirmando que a corte se tornou

Governador Zema critica STF, chamando tribunal de ‘incendiário’ em declaração sobre questões políticas – 22/04/2026

Nesta quarta-feira (22), o ex-governador de Minas Gerais e presidenciável pelo partido Novo, Romeu Zema, criticou duramente o Supremo Tribunal Federal (STF), afirmando que a corte se tornou o “pior Supremo da história”. Durante uma coletiva ao lado de deputados de oposição em Brasília, Zema comparou a atuação do STF a um “incendiário” e disse que a liberdade de expressão está ameaçada, citando um vídeo polêmico que publicou recentemente. Esse conteúdo, que faz referência a ministros do STF, levou Gilmar Mendes a solicitar que Alexandre de Moraes incluísse Zema em um inquérito sobre fake news.

Além de Zema, Flávio Bolsonaro (PL), também presidenciável, mostrou apoio ao ex-governador, afirmando que ele é uma vítima da militância no Judiciário e criticando ações que, segundo ele, tentam interferir nas eleições. Zema, por sua vez, propôs mudanças na forma como os ministros do STF são indicados, sugerindo que a escolha não fique apenas nas mãos do presidente da República e envolva também outras entidades, como o Superior Tribunal de Justiça e a Procuradoria-Geral da República.

Para quem deseja acompanhar as discussões e decisões relacionadas ao STF, é possível acessar as sessões ao vivo pela internet e consultar documentos oficiais no site da corte. Denúncias sobre abusos de autoridade podem ser feitas através de canais disponíveis no portal da PGR.

Os próximos passos incluem a tramitação de um novo pedido de impeachment contra Gilmar Mendes, apresentado por deputados da oposição, além de uma notícia-crime que será levada à PGR. O líder da oposição, Cabo Gilberto Silva (PL-PB), reconheceu que não há maioria no Senado para avançar com processos de impeachment, mas afirmou que continuarão a apresentar pedidos sempre que necessário.

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