April 18, 2026
Política

Lula defende que ameaças de Trump a países não são aceitáveis no cenário global

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Na última quinta-feira (16), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva deu uma entrevista ao jornal espanhol El País, onde criticou a política externa dos Estados Unidos, especialmente

Lula defende que ameaças de Trump a países não são aceitáveis no cenário global

Na última quinta-feira (16), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva deu uma entrevista ao jornal espanhol El País, onde criticou a política externa dos Estados Unidos, especialmente a postura do ex-presidente Donald Trump em relação ao Irã, Cuba e Venezuela. Lula afirmou que Trump não tem o direito de ameaçar outros países e que a comunidade internacional não aceita esse tipo de comportamento. Ele destacou que a Constituição americana e a carta da ONU não apoiam essas ações.

Durante a conversa, Lula também mencionou o endurecimento do bloqueio energético contra Cuba, que já dura quase setenta anos, e questionou a falta de preocupação com a situação do povo cubano. Para ele, é inconcebível manter um bloqueio tão longo e destacou que Cuba precisa de oportunidades para melhorar sua situação interna. Em relação à Venezuela, Lula comentou que a solução para a crise no país vizinho passa pela realização das eleições, marcadas para julho de 2024.

Além disso, Lula abordou a possibilidade de uma terceira guerra mundial, advertindo que a política agressiva de Trump pode levar a consequências graves. Ele enfatizou que as relações entre países devem ser pautadas pelo respeito à soberania, e não por ameaças ou intervenções. O presidente brasileiro lembrou que, apesar das diferenças ideológicas, é fundamental que líderes internacionais busquem o diálogo e a paz.

Para quem deseja acompanhar as discussões sobre políticas internacionais e as ações do governo brasileiro, é possível acessar informações através do site oficial do governo e seguir canais de notícias confiáveis. As próximas etapas nas relações Brasil-EUA e a situação na América Latina devem ser monitoradas, especialmente em relação às eleições na Venezuela e à política externa dos Estados Unidos.

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