Uefa deve descartar possibilidade de boicote a torneios da Fifa
- agosto 26, 2026
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A Uefa deve revogar sua ameaça de boicotar torneios da Fifa, já que as duas condições que haviam sido exigidas foram atendidas. A informação foi confirmada por uma
A Uefa deve revogar sua ameaça de boicotar torneios da Fifa, já que as duas condições que haviam sido exigidas foram atendidas. A informação foi confirmada por uma

A Uefa deve revogar sua ameaça de boicotar torneios da Fifa, já que as duas condições que haviam sido exigidas foram atendidas. A informação foi confirmada por uma fonte à AFP nesta quarta-feira, 26 de outubro. O presidente da Fifa, Gianni Infantino, de 56 anos, enfrentou pressão crescente para deixar o cargo devido a um plano que ele tentou implementar, mas que acabou abandonando: a venda de participações na Copa do Mundo. A Uefa, sob a liderança de Aleksander Ceferin, criticou duramente essa proposta, chamando-a de um “acordo obscuro e pouco transparente”. Após a retirada do plano, a Uefa continuou insatisfeita, mas agora acredita que a situação foi resolvida.
Na prática, as associações nacionais da Uefa se reúnem em Mônaco nesta quinta-feira, 27 de outubro, para os sorteios da Champions League e de outras competições. De acordo com a fonte, a entidade europeia considera que recebeu garantias suficientes para retirar a ameaça de boicote. Além disso, a Uefa já havia afirmado que a primeira exigência, que era o arquivamento do plano de Infantino, foi atendida. A urgência em resolver essa questão é evidente, já que a Copa do Mundo feminina sub-20 acontecerá na Polônia de 5 a 27 de setembro e pode afetar a unidade da Uefa em relação a Infantino.
Com a eleição da Fifa marcada para março do próximo ano em Rabat, no Marrocos, Infantino poderá enfrentar uma concorrência inesperada, especialmente após a Itália retirar seu apoio mais recentemente. O prazo para candidaturas termina em 18 de novembro e Ceferin já confirmou que não se candidatará. O cenário se complica ainda mais com a iminente Copa do Mundo feminina, onde grandes seleções europeias como França, Inglaterra e Espanha já confirmaram participação. As próximas semanas serão cruciais para definir o futuro do futebol mundial e a posição da Uefa.