O fisiculturismo e o halterofilismo, apesar de compartilharem o mesmo espaço nas academias, são esportes com objetivos bem diferentes. Enquanto os fisiculturistas focam em aumentar o volume de massa muscular e a estética, os halterofilistas buscam levantar o maior peso possível. No fisiculturismo, a vitória vai para quem apresenta melhor equilíbrio entre tamanho, definição e simetria. Já no halterofilismo, o atleta que erguer o maior peso é o campeão. Ambos utilizam cargas pesadas, mas com finalidades distintas.
Recentemente, o Brasil tem se destacado em ambos os esportes. Ramon Rocha Queiroz, conhecido como Dino, é o atual campeão do Olympia na categoria Classic Physique, a competição mais importante do fisiculturismo mundial. Por outro lado, Willian Brito Piovezan, o Bitelo, ganhou atenção após levantar impressionantes 400 kg no último fim de semana. Enquanto Dino treina para a hipertrofia, Bitelo se dedica a aumentar a força. Normalmente, os treinos de halterofilismo envolvem até cinco repetições, enquanto fisiculturistas costumam realizar um número maior de repetições em seus treinos.
É importante não confundir os termos relacionados a esses esportes. O halterofilismo, que se refere ao Levantamento de Peso Olímpico (LPO), tem como provas o arranco e o arremesso. O “powerlifting”, por sua vez, foca na força máxima com exercícios como levantamento terra, agachamento e supino. Já o “strongman” é uma modalidade que mistura atletismo com força, onde os competidores realizam desafios únicos, como erguer pedras ou arremessar barris.
Para quem se interessar em acompanhar essas competições, os próximos eventos serão transmitidos em canais especializados, e ingressos podem ser adquiridos online. Fique de olho nas datas e prepare-se para torcer pelos atletas brasileiros que estão fazendo história!