Em 2017, a FIFA anunciou que a partir da Copa do Mundo de 2026, o torneio contará com 48 seleções, mudando o formato que estava em vigor desde 1998, com 32 equipes. A ideia é expandir o futebol globalmente, oferecendo chances a países menos tradicionais no esporte e, ao mesmo tempo, aumentar receitas e o apoio político das federações. Entre os estreantes dessa edição estarão Cabo Verde, Jordânia, Uzbequistão e Curaçao, sendo este último a menor nação já classificada para um Mundial. Essa será a maior quantidade de estreantes desde 2006, quando seis seleções participaram pela primeira vez.
Com o aumento no número de seleções, o ranking médio das equipes que se classificaram subiu para 32,5, segundo a última atualização da FIFA, realizada em 1º de abril. Isso indica que, apesar de mais equipes participando, a qualidade de alguns confrontos pode ser afetada. As seleções com pior ranking na Copa de 2026 são a Nova Zelândia, na 85ª posição, e o Haiti, na 83ª. O jogo que promete ser o “menos equilibrado” da fase de grupos pode ser entre Cabo Verde, 67ª do ranking, e a Arábia Saudita, 61ª, totalizando um combinado de 128 no ranking.
Para quem está ansioso para acompanhar a Copa de 2026, os jogos serão transmitidos por diversos canais e plataformas, com detalhes sobre a venda de ingressos ainda a serem divulgados. A fase de grupos começará em junho de 2026, e as seleções já estão se preparando com amistosos e treinamentos. É uma nova era para o Mundial, que promete ser mais inclusivo e diversificado.