A FIFA está prestes a vender uma participação significativa em uma nova entidade comercial, avaliada em cerca de US$ 20 bilhões (R$ 102 bilhões). A ideia é aproveitar o sucesso da última Copa do Mundo, que trouxe altos lucros. Para isso, a entidade está negociando com o JPMorgan para atrair investidores externos que queiram comprar cerca de 20% deste novo negócio. Informações indicam que Joshua Kushner, um investidor do setor de tecnologia, pode liderar essa operação por meio do seu fundo Thrive Eternal.
Sob a direção de Gianni Infantino, a FIFA busca aumentar seus recursos financeiros, o que ajudaria a repassar mais verbas para as associações nacionais. Atualmente, cada um dos 211 membros recebe cerca de US$ 2 milhões (R$ 11 milhões) por ano, e o objetivo é que esses valores aumentem. Com a expectativa de arrecadar pelo menos US$ 13 bilhões (R$ 67 bilhões) em seu ciclo atual, impulsionado pelo sucesso comercial da Copa do Mundo realizada nos Estados Unidos, México e Canadá, o planejamento financeiro da FIFA segue em andamento, aguardando aprovação final.
Além disso, a FIFA está considerando expandir a Copa do Mundo de 48 para 64 seleções e relançar a Copa do Mundo de Clubes, o que tem gerado tensão com ligas regionais. Essa abordagem mais comercial já provocou protestos de torcedores e investigações sobre os laços da FIFA com o governo dos Estados Unidos. Para acompanhar as próximas novidades, os torcedores podem ficar de olho nas transmissões e nas atualizações no site oficial da FIFA, onde também é possível conferir detalhes sobre ingressos e tabelas de jogos futuros.