Nos últimos dias, o presidenciável Augusto Cury, do Avante, se destacou em pesquisas eleitorais, alcançando 10% das intenções de voto, segundo a pesquisa da Quaest. Ele ocupa o terceiro lugar na disputa, atrás de Lula (PT), que tem 39%, e Flávio Bolsonaro (PL), com 30%. Cury atribuiu seu crescimento ao seu discurso de pacificação, que foi reforçado em uma reunião com líderes da comunidade judaica na Federação Israelita de São Paulo.
Durante o encontro, Cury comparou sua ascensão nas intenções de voto ao crescimento de Jair Bolsonaro em 2018 e Barack Obama em 2008, afirmando que não se lembra de um crescimento tão rápido. Ele ressaltou a importância da democracia e da divergência de ideias, criticando a polarização promovida pelos últimos governos. O presidenciável afirmou que seu crescimento é orgânico, mencionando que muitos apoiadores têm promovido carreatas sem a participação de sua campanha. No entanto, adversários têm sugerido que a estratégia de divulgação de Cury na internet é agressiva e, segundo alguns, utiliza táticas artificiais para gerar engajamento.
Cury também respondeu de forma leve às críticas de Renan Santos, do partido Missão, que se referiu à sua candidatura como um “pastel de vento”. Ele se destacou por querer focar em propostas, evitando ataques pessoais. O presidenciável, que cresceu em uma família humilde, compartilhou que teve uma infância difícil, dividindo um dormitório com cinco irmãos. Autor de livros de autoajuda, Cury comentou sobre a superação de traumas e a divisão política no Brasil, ressaltando que as pessoas muitas vezes se distanciam do que mais desejam.
Para quem quer acompanhar as movimentações da campanha e as discussões políticas, é possível acessar documentos e informações em canais oficiais e redes sociais dos candidatos. A tramitação das propostas e as agendas de votação estarão disponíveis nas plataformas do governo e das casas legislativas.