Na terça-feira (1º), o Senado Federal aprovou, em votação secreta, a indicação do senador Rodrigo Pacheco (PSB-MG) para o Tribunal de Contas da União (TCU). A decisão foi tomada com 63 votos a favor e 4 contra, sendo necessário um mínimo de 41 sim. Pacheco assume a vaga deixada pelo ministro Bruno Dantas, que renunciou ao cargo para se dedicar a novos projetos. Agora, a Câmara dos Deputados deve analisar a indicação em plenário, com votação prevista para esta quarta-feira (2). Se aprovada, a nomeação será feita pelo presidente Lula (PT).
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), foi quem fez a indicação de Pacheco e buscou apoio dos líderes partidários para mostrar que a escolha foi coletiva. Durante a sessão, senadores, como Renan Calheiros (MDB-AL), relataram a indicação e destacaram a importância de Pacheco, mencionando seu papel na defesa da democracia e na integridade das urnas eletrônicas. Pacheco expressou gratidão pela confiança recebida e disse que é uma “missão honrosa” ser ministro do TCU.
Pacheco, que não vai buscar a reeleição, tem seu suplente, Renzo Braz (PP-MG), pronto para ocupar sua cadeira. Ele completa 50 anos em novembro e está animado com a possível nova fase no TCU, onde pode contribuir em um ambiente que considera mais favorável. A escolha do novo ministro ocorreu sem a necessidade de sabatina na Comissão de Assuntos Econômicos, uma vez que o regimento interno do Senado permite essa dispensa.
Com a votação na Câmara se aproximando, os interessados podem acompanhar as sessões por meio dos canais oficiais do Senado. Para denúncias ou sugestões, existem canais de contato disponíveis nos sites das casas legislativas.