A Justiça do Trabalho de Minas Gerais decidiu bloquear os planos de previdência privada de Renan Santos, que é candidato à presidência pelo partido Missão. A determinação, feita pelo juiz Ordenisio Cesar dos Santos, é resultado de uma ação movida por um pintor que trabalhou na Farbenplas Automotiva em 2013 e reivindica uma dívida trabalhista de R$ 61,8 mil. O pintor afirma que Renan adquiriu a empresa, mas não registrou essa mudança na Junta Comercial de Minas Gerais.
Em resposta, a assessoria de Renan informou que ele vai recorrer da decisão. Segundo a nota oficial, o candidato alega que nunca fez parte do quadro societário da empresa e não tem responsabilidade pelos débitos. A assessoria considera a inclusão de Renan na reclamação trabalhista como indevida e afirma que já existem outros recursos interpostos.
Além desse caso, Renan também enfrentou problemas com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O ministro Dias Toffoli suspendeu a propaganda eleitoral digital dele em perfis que não foram informados dentro do prazo, além de limitar sua participação em debates e o acesso a recursos do fundo eleitoral. Essa suspensão ocorreu após a Folha de S.Paulo revelar que ele omitiu várias redes sociais ao registrar sua candidatura e só corrigiu essa falha após o início oficial da campanha.
Para quem quiser acompanhar essa situação, é possível acessar os documentos relacionados ao caso e às sessões do tribunal online. Informações sobre como denunciar irregularidades também estão disponíveis nos sites oficiais. Os próximos passos incluem a tramitação do recurso de Renan e possíveis audiências públicas sobre o caso.