Uma equipe da campanha de Fernando Haddad (PT) esteve na estação Engenheiro Goulart, da linha 12-Safira, em São Paulo, nesta terça-feira (4), durante a greve dos funcionários da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos). Seis integrantes da campanha gravaram vídeos e fizeram entrevistas com passageiros, questionando sobre a paralisação e a qualidade do transporte público na cidade. A greve, que começou à meia-noite, é um protesto contra a privatização das linhas 11-Coral, 12-Safira e 13-Jade, proposta pelo governo de Tarcísio de Freitas (Republicanos). A situação do sistema de trens da CPTM deve ser um ponto abordado por Haddad em sua campanha.
Os servidores da CPTM reivindicam melhores condições de trabalho e manutenção do serviço público, alegando que a privatização pode comprometer a qualidade do transporte. Essa greve, segundo a categoria, é uma forma de alertar a população sobre os impactos que a privatização pode ter no dia a dia dos usuários. Comparações com greves anteriores mostram que esse tipo de mobilização é recorrente quando há mudanças significativas nas políticas de transporte.
Para acompanhar as sessões da campanha e as discussões sobre o transporte em São Paulo, os cidadãos podem acessar sites oficiais, redes sociais e canais de denúncia da CPTM. Além disso, documentos e informações sobre as reivindicações dos trabalhadores estão disponíveis nos sites dos sindicatos envolvidos.
Os próximos passos incluem a continuidade das negociações entre os servidores e o governo, além de audiências públicas que podem ser convocadas para discutir o futuro do transporte público na cidade. A tramitação de propostas relacionadas à privatização deve ser monitorada, já que pode impactar a mobilidade urbana nos próximos meses.