A recente proposta da Fifa para a criação de uma nova empresa que gerenciaria as atividades comerciais da Copa do Mundo gerou uma onda de críticas entre as principais entidades do futebol mundial. Desde que o plano foi revelado na terça-feira, 28 de outubro, a Uefa, responsável pelo futebol na Europa, se manifestou de forma contundente, ameaçando boicotar o Mundial caso a Fifa não reveja sua posição. A Concacaf e a AFC também mostraram preocupação, destacando a falta de um devido processo legal em relação à proposta e a dificuldade de alcançar um consenso necessário para avançar.
Enquanto isso, a Conmebol, que cuida do futebol na América do Sul, ainda não se posicionou oficialmente sobre o assunto. A entidade informou que está aguardando um comunicado da sua sede em Assunção, no Paraguai. A CBF, por sua vez, declarou que, no momento, não possui um posicionamento oficial a ser divulgado. O presidente da Conmebol, Alejandro Domínguez, é um aliado próximo de Gianni Infantino, presidente da Fifa, que tem enfrentado críticas pela maneira como apresentou o plano ao público.
A próxima edição da Copa do Mundo, que celebrará 100 anos do torneio, contará com jogos na Argentina, Paraguai e Uruguai. Isso pode facilitar um alinhamento entre as entidades, apesar das tensões atuais. Após o término da Copa, a Fifa anunciou a intenção de atrair investidores externos com um aporte de US$ 10 bilhões, destacando que a proposta deve ser vista como uma “oportunidade, não uma obrigação”, segundo Infantino.
Para quem quer acompanhar os próximos passos da Fifa e do futebol mundial, é importante ficar ligado nas novidades e na divulgação de informações sobre as próximas partidas e eventos. As transmissões e a compra de ingressos devem ser anunciadas em breve, então é bom ficar de olho nas redes sociais e nos sites oficiais das entidades envolvidas.