Na última sexta-feira (10), a Espanha enfrentou a Bélgica nas quartas de final da Copa do Mundo e, mais uma vez, mostrou seu estilo de jogo característico, dominando a posse de bola com 68%. Durante a partida, a equipe trocou 665 passes, mas a eficiência em marcar gols foi um ponto fraco. Desde o início do torneio, a Fúria manteve uma média de 66% de posse de bola, a maior entre as seleções, e registrou 4.069 passes trocados. Em comparação, as outras equipes que chegaram às quartas trocaram, em média, 2.998 passes.
Seis jogadores espanhóis, incluindo Rodri e Laporte, somaram mais toques na bola do que todos os 26 jogadores da Inglaterra juntos, mostrando um controle de jogo que ajuda a defesa a se manter firme. Isso também se reflete no goleiro Unai Simon, que quebrou o recorde de minutos sem sofrer gols em Copas do Mundo, até ser superado por De Ketelaere. Contudo, a posse de bola não garante vitórias. A Espanha é a seleção que mais chuta para marcar um gol, precisando de 10 finalizações para conseguir um gol, enquanto o time da Noruega precisa de apenas 4.
A situação se complica ainda mais para Ferran Torres, que, apesar de ter uma expectativa de mais de 2 gols, ainda não balançou as redes. A equipe é a vice-líder em chances criadas, mas só converteu 11 gols até aqui, um número abaixo do esperado. Com a chegada da próxima fase, os espanhóis precisam aumentar sua eficiência em campo. Para quem quiser acompanhar os próximos jogos, detalhes sobre ingressos e transmissões podem ser encontrados nos canais oficiais da FIFA.