Gianni Infantino, presidente da Fifa há 10 anos, está prestes a concorrer à reeleição no próximo ano, mas sua gestão tem gerado polêmicas. Entre os pontos controversos, está a decisão de revogar o cartão vermelho do atacante americano Folarin Balogun, que havia sido expulso durante a partida contra a Bósnia e Herzegovina, onde o jogador marcou três gols na Copa. Com a suspensão do cartão, Balogun pôde jogar na partida contra a Bélgica, que terminou com a derrota dos EUA por 4 a 1, resultando na eliminação da seleção do torneio que está sediando.
A Fifa anunciou a decisão mais de 24 horas depois do ocorrido, mas a explicação foi considerada insatisfatória. Donald Trump, ex-presidente dos EUA, afirmou ter pedido uma revisão da expulsão, levantando suspeitas sobre a influência política no futebol. Para muitos, a suspensão do cartão vermelho pareceu uma forma de beneficiar a seleção anfitriã, o que gerou debates sobre a imparcialidade da Fifa. Infantino, por sua vez, negou qualquer interferência política e insistiu que a decisão foi tomada pela comissão disciplinar de forma independente.
Os torcedores podem acompanhar os próximos jogos pela televisão e plataformas de streaming. Ingressos para as partidas podem ser adquiridos nos sites oficiais da Fifa. A próxima fase da Copa do Mundo está programada, com as seleções se preparando para novos desafios. Mesmo com as críticas, Infantino continua a ter apoio de várias federações, especialmente na África e na América do Sul, onde a maioria já declarou apoio a sua reeleição. A situação de Balogun e as recentes controvérsias podem, no entanto, trazer novas discussões sobre a governança no futebol global.