No Olympia, o maior campeonato de fisiculturismo do mundo, cada detalhe conta e um vacilo pode fazer toda a diferença na colocação dos atletas. Vitor Chaves, que compete na categoria Men’s Physique, viu sua posição cair de sétimo para décimo entre as edições de 2024 e 2025. Em entrevista, ele explicou que um erro na alimentação prejudicou seu desempenho: “Eu não comi carboidratos e isso fez com que meu corpo perdesse glicogênio muscular, resultando em um aspecto murcho nas finais”.
Chaves e seu preparador, Ariel Cutz, tentaram replicar uma estratégia que funcionou bem em outro torneio, mas a dinâmica do Olympia se mostrou diferente. No Pittsburgh Pro, o intervalo entre as prévias e as finais era menor, o que ajudou a manter o tônus muscular. “O Olympia é muito grande, e a estratégia não se adaptou bem”, comentou. Ele reconhece que foi um erro primário, mas está determinado a aprender com a experiência: “A gente analisa, coloca a cabeça no lugar e procura fazer melhor. Eu não repito o mesmo erro”.
O atleta pernambucano também ressaltou a importância de entender como cada estratégia afeta seu corpo e está sempre estudando suas preparações anteriores. “Na próxima edição do Olympia, esse tipo de erro não vai acontecer. Me aguardem, vou apresentar melhoras”, afirmou confiante.
Para quem acompanha o fisiculturismo, as próximas edições do Olympia prometem ser emocionantes. Fique ligado nas transmissões e não perca a chance de ver os melhores atletas em ação. Acompanhe a tabela oficial para saber mais sobre datas e horários dos próximos campeonatos.