Na última terça-feira, dia 9, Andrew Giuliani, chefe da Força-Tarefa da Casa Branca para a Copa do Mundo de 2026, comentou sobre a decisão dos Estados Unidos de não conceder vistos a alguns membros da delegação da seleção iraniana e ao árbitro somali Omar Artan. Durante um evento em Washington, ele informou que até agora, 35 equipes já chegaram ao país, mas alguns dirigentes tiveram a entrada negada por motivos considerados válidos. Giuliani enfatizou que jogadores e treinadores não foram afetados por essas restrições.
O árbitro Omar Artan, que foi eleito o melhor árbitro pela Confederação Africana de Futebol em 2025, seria o primeiro somali a apitar uma Copa do Mundo. Sua entrada foi negada no aeroporto de Miami no dia 6 de outubro. A proibição de entrada para cidadãos da Somália e de outros países se deve a uma política que data da administração de Donald Trump. Além disso, a seleção iraniana, que vai disputar suas partidas nos Estados Unidos, teve que mudar sua base de treinamento de Tucson, no Arizona, para Tijuana, no México, devido a tensões no Oriente Médio.
Giuliani garantiu que toda a comissão técnica da seleção iraniana poderá entrar nos Estados Unidos, mas alguns dirigentes não conseguirão, novamente, por razões que não foram detalhadas. Ele ressaltou que as autoridades estão trabalhando para assegurar que ninguém com intenções maliciosas consiga acessar o país durante o torneio. Embora não haja ameaças diretas ao evento, a comunidade de inteligência está intensificando a vigilância até o final da Copa, marcada para 19 de julho.
Os fãs que quiserem acompanhar os jogos da Copa do Mundo de 2026 devem ficar atentos, pois a venda de ingressos e detalhes sobre a transmissão serão divulgados em breve. Para mais informações, é importante acompanhar os canais oficiais da FIFA e da CBF.