Recentemente, o governo de Goiás discutiu a possibilidade de utilizar a decisão do ex-presidente americano Donald Trump, que classificou facções como terroristas, para impulsionar pautas relevantes no Senado. A ideia é que essa classificação ajude a sensibilizar os senadores para votar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança e um projeto de lei sobre terras raras. De acordo com membros do governo, aprovar a PEC seria uma forma institucional de mostrar que o Brasil está no combate ao crime organizado, enquanto o PL das terras raras visa garantir a soberania nacional em um possível acordo com os EUA.
Participaram das discussões representantes do governo e líderes de partidos, que tentam convencer o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, a pautar essas questões. A relação entre Alcolumbre e o presidente Lula é considerada complicada, mas o ministro de Relações Institucionais, José Guimarães, está mantendo diálogo frequente para tentar avançar nas negociações. Apesar do otimismo em algumas esferas, ministros do governo afirmam que a PEC da Segurança só deve ser colocada em pauta depois da aprovação de uma proposta que altera a escala de trabalho 6×1, e há uma expectativa de que esse debate só ocorra em 2027.
Para quem deseja acompanhar as discussões no Senado, é possível acompanhar as sessões pelo site oficial da Casa. Além disso, canais de denúncia e contato com representantes estão disponíveis no portal do Senado. O próximo passo será definir a agenda de votação e as audiências públicas relacionadas a essas pautas, que podem impactar a segurança e a economia do estado.