O governo dos Estados Unidos reconheceu que os drones são uma grande preocupação para a segurança da Copa do Mundo de 2026, que começa em 11 de junho. Durante uma audiência no Congresso, o secretário de Segurança Interna, Markwayne Mullin, destacou que “drones são minha maior preocupação” e que as medidas para lidar com essa ameaça estão um pouco atrasadas. Desde dezembro, a administração federal já destinou US$ 250 milhões para ajudar as cidades-sede a se prepararem para esses riscos, conforme informações do site Front Office Sports.
Os recursos, que vêm da Agência Federal de Gestão de Emergências (Fema), estão sendo distribuídos entre os 11 estados que vão sediar os jogos e Washington, D.C. O dinheiro é usado para financiar sistemas que rastreiam e neutralizam drones não autorizados. Além disso, em dias de jogo, aviões e drones não podem voar a um raio de cerca de 5,6 km dos estádios ou abaixo de 900 metros, com restrições de voo sendo aplicadas pela Administração Federal de Aviação.
A Califórnia é o estado que recebeu a maior parte desse investimento, com US$ 34,6 milhões. O estado vai sediar 14 partidas, sendo oito no SoFi Stadium, em Inglewood, e seis em Santa Clara. Nova Jersey também se destaca, com oito jogos programados no MetLife Stadium, incluindo a final em 19 de julho, e recebeu US$ 21,7 milhões. Nova York ficou com US$ 17,7 milhões, enquanto Kansas City, que vai usar o Arrowhead Stadium, recebeu US$ 14,24 milhões, além de US$ 5,3 milhões do Kansas.
Para quem quer acompanhar a Copa do Mundo, é importante ficar de olho nas informações sobre a venda de ingressos e os canais de transmissão. As equipes estão se preparando intensamente para os jogos, e as próximas partidas prometem muita emoção.