O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) desembarcou em Washington, nos Estados Unidos, nesta segunda-feira (25), para uma possível reunião com o ex-presidente Donald Trump. O encontro, que pode acontecer no dia seguinte, ocorre em um momento complicado para a pré-candidatura de Flávio à Presidência, já que pesquisas apontam uma queda em sua popularidade depois que veio à tona que ele solicitou dinheiro a um banqueiro para financiar um filme sobre seu pai, Jair Bolsonaro. Durante a viagem, Flávio evitou dar detalhes sobre o encontro, afirmando que não poderia comentar antes da reunião.
Assessoras e parlamentares próximos a Flávio indicam que o convite para a visita teria partido da Casa Branca, através de contatos feitos pelo ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), que reside nos EUA desde o ano passado. A viagem teve início no Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo, onde Flávio embarcou rapidamente, utilizando seu passaporte diplomático. O senador viajou em classe executiva e, durante o voo, foi alvo de assédio de outros passageiros, posando para fotos.
O planejamento de Flávio inclui não só o encontro com Trump, mas também reuniões com membros do Departamento de Estado, embora o secretário de Estado Marco Rubio não esteja em Washington no momento. Essa viagem é vista como uma tentativa de melhorar a imagem da sua campanha, que vem enfrentando dificuldades desde a revelação de sua ligação com o banqueiro. Além disso, Flávio pretende discutir a designação de organizações criminosas como PCC e Comando Vermelho como entidades terroristas, tema que gerou controvérsia no Brasil.
Para quem quiser acompanhar as movimentações relacionadas a essa visita, é importante ficar atento a sites de notícias e redes sociais oficiais, onde detalhes sobre os encontros e possíveis desdobramentos poderão ser divulgados. O retorno de Flávio ao Brasil está programado para o dia seguinte ao encontro, e a expectativa é que sua agenda permaneça ativa nas semanas seguintes, com foco em esclarecer e fortalecer sua candidatura.