Colm Dillane, fundador da marca de moda KidSuper, realizou um sonho de infância ao inaugurar um campo de futebol no terraço de sua sede, no Brooklyn, em Nova York. O espaço de 12 por 21 metros, que custou cerca de US$ 1 milhão (R$ 5 milhões), tem o objetivo de oferecer um local para a prática do esporte em uma cidade onde, segundo Dillane, há uma carência de campos. Ele optou por um layout que dificulta os gols, com traves menores e laterais feitas de paredes de rinque de hóquei, além de um placar eletrônico controlado por aplicativo.
O campo já está atraindo ligas de adultos e crianças, que jogam ali quase todos os dias. Com a Copa do Mundo da FIFA de 2026 se aproximando, o interesse pelo futebol na cidade só aumenta, e várias iniciativas estão sendo tomadas para criar mais espaços de jogo. Jennifer O’Sullivan, do New York City Football Club, destaca que, apesar da diversidade cultural que já abraça o futebol, a cidade ainda precisa de mais áreas verdes para a prática do esporte.
Além do campo de Dillane, outros projetos estão em andamento, como a restauração de campos no Randall’s Island Park, que custou US$ 5 milhões (R$ 25 milhões). O espaço, que passou por dificuldades nos últimos anos, agora conta com grama sintética de alta qualidade e um layout aprimorado, o que foi bem recebido pela comunidade local. O novo centro de treinamento do New York Red Bulls, em Morris Township, Nova Jersey, também se destaca, com oito campos oficiais e tecnologia avançada para manter a qualidade dos gramados.
Para quem quer acompanhar o crescimento do futebol na região, a New York City Soccer Initiative está construindo 26 minicampos em escolas locais. As próximas partidas e eventos, além de informações sobre ingressos e transmissões, podem ser acompanhados nos sites dos clubes e nas redes sociais. O legado que a Copa do Mundo deve deixar para o futebol em Nova York é uma expectativa crescente entre os fãs e praticantes do esporte.