Durante a pré-campanha de Flávio Bolsonaro, uma crise foi deflagrada após uma reportagem do site Intercept Brasil revelar um contato entre o senador e Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, que teria negociado R$ 134 milhões para financiar o filme “Dark Horse”, sobre Jair Bolsonaro. A resposta da pré-campanha gerou críticas internas. Aliados de Flávio consideraram que a declaração foi tardia e o vídeo que ele gravou não foi bem recebido, deixando questões sem resposta e demonstrando falhas de comunicação. Algumas fontes apontaram que a resposta foi pior do que a própria crise.
Apesar das críticas, pessoas próximas à equipe de Flávio acreditam que os impactos na candidatura não serão tão severos e que ele deve continuar na disputa. No entanto, aliados defendem que não houve crime na solicitação de recursos a Vorcaro. O chefe de comunicação da pré-campanha, Marcello Lopes, afirmou que Flávio agiu com equilíbrio diante da situação. Enquanto isso, entre aqueles menos envolvidos na política, a polêmica deixou incertezas, especialmente sobre as contrapartidas do financiamento e o verdadeiro fluxo do dinheiro.
A situação é acompanhada de perto, já que Flávio admitiu que Vorcaro ajudou na produção do filme, mas a produtora negou ter recebido qualquer verba do ex-banqueiro. A falta de clareza na comunicação entre as partes foi criticada, e há receios de que novas informações possam surgir, prejudicando ainda mais a imagem do senador. A Polícia Federal investiga se os recursos foram utilizados para cobrir despesas de Eduardo Bolsonaro nos Estados Unidos. Para acompanhar a evolução do caso, interessados podem seguir as redes sociais dos candidatos e conferir as atualizações nas páginas oficiais. A expectativa agora é sobre os próximos passos da campanha e como a equipe lidará com as consequências dessa crise.