Em 2026, a Copa do Mundo será disputada nos Estados Unidos, México e Canadá e as condições climáticas podem ser um desafio. Um estudo recente aponta que cerca de 25% dos jogos podem ocorrer sob calor intenso, o que gera preocupações tanto para os jogadores quanto para a torcida. O estudo foi conduzido pelo grupo World Weather Attribution, que analisou as 104 partidas programadas e concluiu que, em comparação com a Copa de 1994, o risco de jogos afetados pelo calor aumentou significativamente.
Os cientistas usaram um índice chamado Índice de Bulbo Úmido Termômetro de Globo (IBUTG), que avalia não só a temperatura, mas também a umidade, fornecendo uma noção mais precisa do estresse térmico. De acordo com o FIFPRO, sindicato de jogadores, temperaturas acima de 26°C IBUTG já são preocupantes, e cinco jogos do próximo Mundial podem ultrapassar os 28°C, que é o limite crítico. A partida da seleção brasileira contra a Escócia, marcada para o dia 24 de junho em Miami, é uma das que pode alcançar esse nível.
Para quem quer acompanhar a Copa, a transmissão será feita por diversos canais de TV e plataformas de streaming. Ingressos podem ser adquiridos através dos sites oficiais da FIFA, mas é bom ficar atento, pois a demanda deve ser alta. As equipes e jogadores já estão se preparando para o torneio, com treinamentos intensivos e amistosos programados. Além disso, a Fifa garantiu que pausas para hidratação serão implementadas, mas especialistas sugerem que isso pode não ser suficiente diante das altas temperaturas. Com a mudança climática impactando o esporte, é uma realidade que deve ser levada em conta cada vez mais.