May 10, 2026
Política

Centrais Sindicais Manifestam Apoio à Greve dos Estudantes da USP em 9 de Maio de 2026

  • maio 10, 2026
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Na última semana, as centrais sindicais manifestaram apoio à greve dos estudantes da USP, que começou no dia 14 de abril. Os universitários estão cobrando melhorias, como o

Centrais Sindicais Manifestam Apoio à Greve dos Estudantes da USP em 9 de Maio de 2026

Na última semana, as centrais sindicais manifestaram apoio à greve dos estudantes da USP, que começou no dia 14 de abril. Os universitários estão cobrando melhorias, como o aumento do auxílio permanência de R$ 885 para R$ 1.804, além de melhorias nos restaurantes universitários e nas moradias estudantis. Eles também pedem a ampliação das políticas de cotas. Essa mobilização acontece em um contexto onde, segundo as centrais, o Governo do Estado de São Paulo tem promovido políticas que, na visão delas, prejudicam a universidade pública.

As centrais sindicais, como a CUT e a Força Sindical, destacaram a importância da paralisação como um meio legítimo de reivindicação. Em um manifesto assinado no último sábado, elas pediram o fim da repressão policial contra os estudantes e convocaram outras entidades a se unirem ao movimento. A greve ganhou força após o apoio dos estudantes à paralisação dos servidores, que protestavam contra uma gratificação de R$ 4.500 concedida apenas aos docentes. Embora os servidores tenham encerrado sua greve após um acordo, os estudantes decidiram continuar lutando.

Na quinta-feira (7), alunos ocuparam o prédio da reitoria para pressionar a gestão de Aluisio Segurado a retomar as negociações, que haviam sido encerradas unilateralmente. Em entrevista, Segurado mencionou que a greve pode ter conexões com uma agenda política mais ampla, citando convocações para um ato contra o governo Tarcísio de Freitas no dia 20 de maio.

Para acompanhar o desenrolar dessa situação, os interessados podem acessar as redes sociais da USP e dos sindicatos envolvidos. Além disso, é possível acompanhar as sessões da reitoria e participar de audiências públicas para debater as pautas levantadas pelos estudantes. Os próximos passos incluem a possível retomada das negociações e a monitorização da situação pela comunidade acadêmica.

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