O ex-presidente Fernando Collor de Mello, de 76 anos, está em prisão domiciliar desde 1º de maio de 2025, após ser detido no Aeroporto Internacional Zumbi dos Palmares por ordem do ministro Alexandre de Moraes, do STF. Desde então, ele cumpre pena em um apartamento em Maceió, onde costuma receber visitas, embora com restrições. A prisão domiciliar foi concedida após Collor passar seis dias no presídio Baldomero Cavalcante, onde enfrentou problemas de saúde. Ele foi condenado a 8 anos e 10 meses por corrupção, no caso que envolve propinas da BR Distribuidora, uma subsidiária da Petrobras, e sempre negou as acusações.
Atualmente, Collor vive em uma cobertura de 600 metros quadrados, com sua esposa e duas filhas. O imóvel possui diversas comodidades, como piscina e suítes. O ex-presidente pode sair apenas para consultas médicas, e seu passaporte foi suspenso. Desde o início da prisão, ele recebeu 24 visitas autorizadas, incluindo políticos e empresários. A defesa de Collor não comentou sobre os acontecimentos, mas a situação dele é vista como reflexo de um declínio em sua relevância política, especialmente após sua tentativa fracassada de retornar ao governo de Alagoas em 2022, quando ficou em terceiro lugar nas eleições.
Para quem acompanha a situação, é possível seguir as ações do STF e as notícias sobre Collor através de canais oficiais e redes sociais. Além disso, audiências públicas e trâmites legais relacionados ao caso podem ser acessados nos sites das casas legislativas. O próximo passo para Collor será a possibilidade de pedir progressão para o regime semiaberto em cerca de cinco meses, quando terá cumprido 17 meses da pena.