No mundo do fisiculturismo, os resultados das competições são decididos por árbitros, e isso gera debates sobre a subjetividade das avaliações. Fernando Sardinha, fisiculturista e treinador, destaca que as decisões dos juízes devem ser o mais objetivas possível. “Campeonatos não deveriam ser subjetivos. Quando o gosto do árbitro entra em cena, a competição se torna confusa”, afirma. Para ele, os critérios que realmente importam são volume, definição e proporção, que devem guiar as avaliações sem influências externas. “O campeonato é sobre músculos, não sobre beleza. A beleza varia de pessoa para pessoa”, completa.
Sardinha detalha cada um desses critérios. A definição refere-se à quantidade de gordura e água entre a pele e os músculos, criando um “relevo” que é resultado de uma dieta rigorosa. O volume, por sua vez, está ligado ao quanto um atleta consegue preencher sua estrutura muscular. Curiosamente, ele observa que atletas mais baixos podem ter vantagem nesse aspecto, já que é mais fácil preencher um corpo menor. Já a proporção diz respeito ao desenvolvimento equilibrado dos grupos musculares. Um exemplo clássico é ter um peitoral robusto que combine com ombros bem desenvolvidos, pois um atleta pode ter um aspecto diferente ao girar ou mudar de posição.
Para quem quer acompanhar as próximas competições de fisiculturismo, é importante ficar de olho nas redes sociais das federações e nos canais de transmissão que costumam transmitir os eventos ao vivo. Ingressos podem ser adquiridos nos sites oficiais das competições. O calendário de eventos está sempre disponível nas plataformas digitais das organizações, garantindo que os fãs não percam nenhuma disputa.
Nos próximos meses, os atletas se preparam para diversas competições, com treinos intensos e dietas específicas para garantir a melhor forma. A classificação e o desempenho de cada competidor serão acompanhados de perto, com a expectativa de novos recordes e grandes atuações nas próximas edições dos campeonatos.