Nesta quinta-feira, 16 de novembro, os organizadores do Roland Garros anunciaram um aumento de 9,5% na premiação do torneio, que agora chega a 61,7 milhões de euros (aproximadamente R$ 363,4 milhões). Esse incremento de 5,4 milhões de euros (cerca de R$ 31,8 milhões) em comparação a 2025 reflete a intenção da competição de valorizar não só os campeões, mas também os atletas que saem nas fases iniciais. A ideia é promover uma distribuição mais justa dos ganhos, algo que vem sendo muito discutido no mundo do tênis.
O torneio, que acontece anualmente em Paris, também mantém a paridade na premiação entre homens e mulheres. Apesar do aumento, o Roland Garros ainda fica atrás dos outros três Grand Slams em termos de valores totais. Por exemplo, o US Open ofereceu uma premiação de US$ 90 milhões (cerca de R$ 450 milhões) no ano passado, enquanto Wimbledon pagou 53,5 milhões de libras (R$ 361,4 milhões) e o Australian Open atingiu uma marca recorde de A$ 111,5 milhões (R$ 400 milhões) em 2023.
Além das novidades na premiação, o torneio também vai testar o uso de dispositivos vestíveis conectados para coletar dados de desempenho físico dos jogadores. Essa é uma iniciativa pioneira entre os Grand Slams, que já é permitida no circuito da ATP desde 2024. Outra novidade será a realização de cerimônias para homenagear jogadores que estão se aposentando ou disputando o torneio pela última vez. A ex-número quatro do mundo, Caroline Garcia, será homenageada em 4 de junho, e o francês Gael Monfils, que se aposentará em 2026, terá um evento beneficente no dia 21 de maio.
Para quem quer acompanhar o torneio, os jogos serão transmitidos em diversos canais, e os ingressos podem ser adquiridos online. As próximas partidas prometem ser emocionantes, com o torneio se aproximando da fase decisiva.