Em resumo
Em 4 de agosto, o senador Weverton Rocha (PDT-MA) reagiu à Operação Sem Desconto, da PF, que teve familiares e apoiadores dele como alvos na investigação da farra do INSS. Ele disse não ter nada a esconder. A PF aponta uso de terceiros e dinheiro vivo para ocultar recursos; o MPF havia sido contra as buscas.
O senador Weverton Rocha (PDT-MA) se pronunciou nesta terça-feira (4) depois que familiares e apoiadores dele foram alvo de mandados da Polícia Federal na Operação Sem Desconto, que investiga a chamada farra do INSS, esquema de descontos não autorizados em aposentadorias e pensões.
Candidato à reeleição, o parlamentar afirmou que não era o alvo direto da ação, mas disse esperar ataques por causa da candidatura. "Eu só não esperava, que eles fossem tão longe, ao envolver a minha família, e até apoiadores políticos", declarou.
Weverton disse ter recebido a operação com tranquilidade e que "nada tem a esconder". Segundo ele, todas as movimentações citadas são resultado de atividades profissionais e empresariais declaradas à Receita Federal.
De acordo com a PF, a investigação avançou após a identificação de indícios de movimentações financeiras e patrimoniais feitas por meio de terceiros, contas bancárias de outras pessoas, estruturas empresariais e operações com dinheiro vivo, com o objetivo de ocultar a origem e o destino dos recursos.
A decisão que autorizou a operação registra que o Ministério Público Federal se manifestou contra as buscas e apreensões, por entender que quebras de sigilo bancário e telemático seriam suficientes para aprofundar a apuração sobre suposta lavagem de dinheiro ligada às fraudes no INSS.
Conteúdo produzido pela Redação Sai na Mídia. Fonte consultada: Metrópoles — Entorno.
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