Em resumo
Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, é alvo de um terceiro inquérito da PF, autorizado pelo ministro Flávio Dino (STF), por suspeita de tráfico de influência. A PF diz que ele teria usado o nome do pai para favorecer a 3Structure IT, que tem R$ 55,7 milhões em contratos federais. A defesa nega irregularidades e reclama de vazamentos.
Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Lula (PT), passou a ser investigado em um terceiro inquérito da Polícia Federal, autorizado pelo ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF).
No pedido enviado ao STF, a PF afirma que Lulinha é suspeito de tráfico de influência para beneficiar empresas parceiras. Segundo os investigadores, ele teria usado o nome do pai para facilitar negócios e investimentos ligados à 3Structure IT, empresa de tecnologia que soma R$ 55,7 milhões em contratos com o governo federal.
O primeiro desses contratos foi firmado em novembro de 2022 com o Centro Integrado de Telemática do Exército, para fornecimento de soluções de tecnologia da informação e comunicação.
Em nota divulgada nesta terça-feira (4), os advogados Guilherme Suguimori e Marco Aurélio de Carvalho disseram ter recebido "com absoluta tranquilidade" a abertura do novo inquérito e afirmaram que o empresário vai comprovar não ter relação com irregularidades. A defesa elogiou a condução do caso por Dino e cobrou providências contra o que chamou de vazamentos seletivos.
Lulinha também é citado nas investigações sobre as fraudes em descontos de aposentadorias do INSS. A defesa diz esperar o arquivamento desse caso.
Conteúdo produzido pela Redação Sai na Mídia. Fonte consultada: Metrópoles — Entorno.
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