Em resumo

O Ministério Público de Goiás, com a Rotam, bloqueou R$ 28,1 milhões ligados ao Comando Vermelho na segunda fase da Operação Cifra Vermelha. A operação ocorreu em Goiás e Minas Gerais, mirando um braço financeiro da facção. Empresas de fachada e contas de adolescentes eram usadas para lavar dinheiro do tráfico. Ao todo, foram apreendidos mais de R$ 56 milhões nas duas fases. Um casal, considerado líder da organização, foi preso no Rio de Janeiro.

O Ministério Público de Goiás, em parceria com a Rotam, realizou a segunda fase da Operação Cifra Vermelha, bloqueando R$ 28,1 milhões em recursos vinculados ao Comando Vermelho. A ação teve como objetivo desestruturar um braço financeiro da facção, que utilizava empresas de fachada e contas em nome de adolescentes para movimentar o dinheiro do tráfico.

A operação ocorreu em Goiás e Minas Gerais, cumprindo 21 mandados em cidades como Goiânia, Aparecida de Goiânia, Palmeiras de Goiás e Presidente Olegário. Automóveis e bens de luxo também foram apreendidos durante a ação.

Com esta operação, o total apreendido nas duas fases ultrapassa R$ 56 milhões. Um casal, apontado como líder do grupo e que tentou se esconder no Rio de Janeiro, foi preso.

Os criminosos usavam as contas de 'laranjas' para ocultar suas atividades ilícitas, seguindo as orientações dos membros da facção. O Ministério Público já denunciou várias pessoas relacionadas à organização por crimes de lavagem de dinheiro, falsidade documental e associação criminosa.

Conteúdo produzido pela Redação Sai na Mídia. Fonte consultada: G1 Goiás.

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  • Ministério Público de Goiás
  • Comando Vermelho

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Perguntas frequentes

Quanto foi bloqueado na operação contra o Comando Vermelho?

R$ 28,1 milhões foram bloqueados na segunda fase da operação.

Quais estados foram alvo da operação?

A operação ocorreu em Goiás e Minas Gerais.

Quem foi preso na operação?

Um casal, considerado líder do grupo, foi preso no Rio de Janeiro.