Em resumo

O delegado Dannilo Ribeiro Proto foi condenado a mais de 11 anos de prisão por liderar um esquema que desviou R$ 1,85 milhão de recursos destinados a reformas escolares em Rio Verde, Goiás. Sua esposa, Karen Proto, também recebeu uma sentença semelhante por sua participação. O caso é parte da Operação Regra de Três, pelo Ministério Público de Goiás. A decisão judicial prevê a perda dos cargos públicos dos envolvidos. Dannilo está preso, enquanto Karen e outros recorrem em liberdade.

O delegado da Polícia Civil, Dannilo Ribeiro Proto, foi condenado a mais de 11 anos de prisão por envolvimento em um esquema criminoso de desvio de recursos destinados a reformas em escolas estaduais de Rio Verde, no sudoeste de Goiás. Segundo a sentença, o grupo desviou R$ 1,85 milhão de forma indevida.

Além de Dannilo, sua esposa Karen Proto, que atuava como coordenadora regional de Educação em Rio Verde, também foi condenada a pena semelhante. Ela é acusada de articular o esquema, utilizando seu acesso privilegiado a informações sobre obras nas escolas para beneficiar empresas ligadas ao grupo.

A decisão judicial também determinou a perda dos cargos públicos de Dannilo e Karen, além de outras oito pessoas envolvidas, que tiveram penas variadas. Este caso faz parte de um contexto mais amplo abordado pela Operação Regra de Três, deflagrada em agosto de 2025 pelo Ministério Público de Goiás (MP-GO).

Karen Proto, durante seu período na Secretaria de Educação de Goiás, aproveitou seu cargo para facilitar o esquema criminoso, obtendo contrato para empresas ligadas a Dannilo. A investigação revelou troca de mensagens que corroboram o envolvimento dos condenados na divisão dos valores obtidos ilicitamente.

Atualmente, Dannilo é o único que segue preso, enquanto os demais, incluindo Karen, têm o direito de recorrer em liberdade. A defesa já entrou com um habeas corpus para tentar a liberação de Dannilo durante o recurso, argumentando falta de acesso às provas.

O esquema, segundo o MP, causou prejuízos superiores a R$ 2,2 milhões aos cofres públicos, abrangendo não apenas obras escolares, mas também contratos para impressão de material didático e realização de concursos públicos.

Conteúdo produzido pela Redação Sai na Mídia. Fonte consultada: G1 Goiás.

  • Goiás
  • educacao
  • Justiça
  • corrupção

Entenda a notícia

Perguntas frequentes

Qual foi a pena de Dannilo Proto?

Dannilo Proto foi condenado a mais de 11 anos de prisão.

Qual o valor desviado no esquema?

O grupo desviou R$ 1,85 milhão.

Quem mais foi condenado além de Dannilo Proto?

Karen Proto, esposa de Dannilo, e outras oito pessoas também foram condenadas.

O que determinou a sentença além da prisão?

A sentença determinou a perda dos cargos públicos de Dannilo, Karen e outros envolvidos.

Qual operação investigou o caso?

O caso foi investigado pela Operação Regra de Três, do Ministério Público de Goiás.