Em resumo

Em 9 de agosto, Wilder Morais (PL), Marconi Perillo (PSDB) e Luis Cesar Bueno (PT) participaram de debate ao governo de Goiás, em Goiânia. O governador Daniel Vilela (MDB) faltou, alegando compromisso prévio, e foi criticado. Wilder defendeu tratar PCC e traficantes como terroristas e Marconi prometeu concurso para 5 mil policiais.

Três candidatos ao governo de Goiás se enfrentaram neste domingo (9), em Goiânia, no primeiro debate televisivo da disputa estadual. Participaram Wilder Morais (PL), Marconi Perillo (PSDB) e Luis Cesar Bueno (PT). O atual governador, Daniel Vilela (MDB), não apareceu e foi criticado pelos adversários.

A assessoria de Vilela informou, em nota, que ele tinha um compromisso agendado previamente. Marconi usou sua apresentação inicial para destacar a ausência do governador.

Na segurança pública, Wilder Morais defendeu que o PCC e os traficantes sejam tratados como terroristas, com reforço do policiamento e controle da entrada de drogas no estado. Ele também prometeu premiar os policiais responsáveis pelas maiores apreensões. Marconi Perillo, por sua vez, prometeu concurso para 5 mil novos policiais.

Ao longo dos blocos, Wilder se posicionou contra a ideologia de gênero nas escolas, propôs o uso de inteligência artificial na saúde e a criação de um polo industrial no Entorno do DF. Marconi criticou a chamada taxa do agro e sugeriu ampliar a tarifa subsidiada.

O candidato do PT, Luis Cesar Bueno, falou sobre recuperação do Rio Araguaia e criticou concessões de terras raras aos Estados Unidos. A ordem das falas foi definida por sorteio, e no último bloco os candidatos responderam a perguntas de jornalistas e telespectadores.

Conteúdo produzido pela Redação Sai na Mídia. Fonte consultada: G1 Goiás.

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