Recentemente, o PT de Goiás tem enfrentado discussões internas sobre a candidatura ao governo do estado. Durante uma reunião, lideranças do partido expressaram a intenção de apoiar a ex-deputada Juliana Brizola, do PDT, mas encontraram resistência de membros mais antigos, que defendem a candidatura do ex-presidente da Conab, Edegar Pretto. O grupo nacional do PT enviou uma carta pedindo que o diretório estadual considere essa aliança, ressaltando a importância de uma base ampla de centro-esquerda para a reeleição do presidente Lula.
Edegar, que teve uma participação significativa nas eleições de 2022, onde ficou em terceiro lugar com 26,77% dos votos, acredita que a decisão sobre sua candidatura deve ser tomada pela instância partidária. Em um evento recente, ele recebeu apoio de ex-governadores e outros líderes do PT, que argumentaram que uma aliança com o PDT seria desrespeitosa para a militância do partido em Goiás. A discussão se intensificou com a ausência de alguns aliados importantes, como o deputado federal Paulo Pimenta, que não compareceu devido a compromissos relacionados à CPMI do INSS.
Além disso, a aliança com o PDT já enfrenta desafios, pois o PSOL indicou que não deve participar caso Juliana seja a candidata principal. A ex-deputada Manuela D’Ávila, também pré-candidata ao Senado, defendeu a candidatura de Edegar durante o evento, mencionando a hesitação do PDT em se alinhar com forças que apoiaram o atual governador, Eduardo Leite. Para acompanhar essas discussões e decisões, os interessados podem acessar informações no site do PT e acompanhar as sessões e eventos partidários nas redes sociais. A próxima fase envolve a tramitação das candidaturas e possíveis audiências públicas para discutir o futuro político do estado.