Em 2025, o Comitê Olímpico do Brasil (COB) atingiu um marco importante ao registrar a maior receita dos últimos cinco anos, com R$ 594 milhões arrecadados. Desses valores, cerca de 75% vieram de repasses das loterias, uma dependência que preocupa a administração atual. O presidente do COB, Marco Antônio La Porta, destacou a necessidade de estar preparado para possíveis mudanças nas leis que garantem esses recursos, lembrando que em 2019 os repasses foram suspensos devido a problemas administrativos com a Confederação Brasileira de Vela.
Durante a gestão de La Porta, que começou há pouco mais de um ano, a meta é reduzir essa dependência financeira, buscando aumentar a captação de recursos privados e reconquistar patrocinadores que se afastaram após os Jogos Olímpicos do Rio em 2016. Entre as conquistas do comitê está a aprovação da Lei de Incentivo ao Esporte, que visa fomentar o desenvolvimento esportivo e social no país. O dirigente ressaltou que o COB está novamente ativo em Brasília, reforçando sua presença nas discussões políticas e estabelecendo parcerias comerciais, como o contrato com a Adidas.
Os próximos passos do COB incluem a implementação de um projeto de certificação de centros de treinamento fora da região Sudeste e um foco especial em atletas que ficaram próximos do pódio nos Jogos de Paris. La Porta mencionou que a saúde mental dos atletas é uma prioridade, com programas de apoio sendo desenvolvidos desde a base. Para quem quer acompanhar as próximas competições, os detalhes sobre ingressos e transmissões podem ser encontrados nos canais oficiais do COB, que também atualizam constantemente as tabelas de resultados e classificações. O futuro do esporte brasileiro está em constante movimento, com a próxima parada sendo os Jogos Olímpicos de Los Angeles em 2028.