Gianni Infantino, presidente da FIFA, fez declarações polêmicas sobre a possibilidade de boicote às partidas da Copa do Mundo de 2026, que acontecerá em junho e julho nos Estados Unidos, Canadá e México. Em uma entrevista ao canal britânico Sky News, ele afirmou que essas ações trariam “mais ódio” e se posicionou a favor do retorno da Rússia às competições internacionais. Infantino disse: “Sou contra proibições e boicotes. Acho que não acrescentam nada”. Ele comparou a situação com as relações comerciais entre o Reino Unido e os EUA, questionando por que o futebol deveria ser tratado de forma diferente.
O clima de tensão em torno da Copa do Mundo aumentou após apelos na Alemanha para um possível boicote, motivados pelas políticas do governo americano e pela situação de segurança nos Estados Unidos. A política anti-imigração e os métodos da polícia em Minneapolis levantaram preocupações sobre a segurança dos torcedores que devem comparecer ao evento. Durante a mesma entrevista, Infantino defendeu a controvérsia em torno do Prêmio da Paz da FIFA, que foi concedido a Donald Trump, afirmando que ele “objetivamente merece” o prêmio por suas ações no cenário global.
Além disso, Infantino defendeu a reintegração da Rússia no futebol, mesmo após a exclusão dos clubes russos devido à invasão da Ucrânia. Ele argumentou que essa exclusão não trouxe benefícios e que permitir que jovens russos joguem em competições europeias seria algo positivo. As reações a essas declarações foram variadas, com críticos, como o ministro dos Esportes da Ucrânia, chamando as falas de Infantino de “irresponsáveis”. Para quem quer acompanhar a Copa do Mundo de 2026, informações sobre ingressos e canais de transmissão estarão disponíveis nos sites oficiais da FIFA e das federações envolvidas.