O Manchester United divulgou um prejuízo líquido de £ 6,6 milhões (cerca de R$ 48 milhões) no primeiro trimestre do ano fiscal, encerrado em 30 de setembro. Essa queda nas finanças é reflexo da ausência do time nas competições europeias nesta temporada, o que impactou diretamente a receita de transmissão e a venda de ingressos. No mesmo período do ano passado, o clube havia registrado um lucro de £ 1,4 milhão (aproximadamente R$ 10,2 milhões). A receita total caiu 2%, enquanto os salários de jogadores e funcionários diminuíram em 8,2% devido a cortes de empregos.
O CEO Omar Berrada comentou que os cortes realizados foram difíceis, mas necessários para criar uma base de custos mais sustentável e eficiente. Esse movimento é parte de um esforço para melhorar o desempenho do clube tanto em campo quanto financeiramente. O Manchester United enfrenta um cenário complicado, com seis anos consecutivos de perdas financeiras, o que gerou críticas dos torcedores, especialmente em um momento em que o time não tem conseguido se destacar no futebol nacional.
Apesar dos desafios, o clube manteve suas previsões para o ano fiscal de 2026, estimando uma receita entre £ 640 milhões (R$ 4,7 bilhões) e £ 660 milhões (R$ 4,8 bilhões), com um lucro operacional previsto de £ 180 milhões (R$ 1,3 bilhão) a £ 200 milhões (R$ 1,5 bilhão). Em meio a isso, o acionista minoritário Jim Ratcliffe, que detém cerca de 29% das ações, decidiu aumentar os preços dos ingressos, mesmo após o clube ter investido cerca de £ 230 milhões (R$ 1,7 bilhão) em contratações na última janela de transferências.
Os torcedores interessados em acompanhar os próximos jogos do Manchester United podem verificar a programação nos canais oficiais de transmissão e procurar ingressos disponíveis através do site do clube. A equipe se prepara para novos desafios nas próximas semanas, com treinamentos intensivos e a esperança de melhorar sua classificação na tabela.