O Bayern de Munique, um dos maiores clubes de futebol da Alemanha, esteve em negociações com a EQT, uma empresa de private equity, para vender uma participação minoritária. No entanto, as conversas não avançaram após a saída de Michael Diederich, diretor financeiro do Bayern, que foi para o Deutsche Bank. Este tema gerou debates acalorados na Alemanha, onde muitos torcedores são contra a entrada de investimentos externos no futebol, refletindo uma resistência histórica.
Os clubes alemães, em sua maioria, seguem a regra de propriedade “50+1”, que garante que os sócios tenham a maioria dos direitos de voto. Essa regra impede que empresas comerciais assumam o controle total dos clubes. O Bayern, por exemplo, tem 75% de suas ações nas mãos de sócios, enquanto Adidas, Audi e Allianz dividem os 25% restantes. O clube, que possui também equipes em outros esportes, é avaliado em cerca de € 4,28 bilhões, ficando atrás apenas de gigantes como Real Madrid e Barcelona.
Não há indícios de que os principais acionistas do Bayern queiram diminuir sua participação. Enquanto isso, clubes de outros países europeus têm atraído investimentos significativos, como o Atlético de Madrid e o Chelsea, que receberam injeções de capital de empresas americanas. O Bayern, que conta com mais de 432 mil sócios e é o clube mais vitorioso da Alemanha, segue focado em suas conquistas, tendo vencido 12 dos últimos 13 títulos da Bundesliga.
Para quem deseja acompanhar os próximos jogos do Bayern, a equipe compete regularmente na Bundesliga e na Champions League. As informações sobre ingressos e transmissões podem ser encontradas nos canais oficiais do clube e nas plataformas de esportes. Com o foco em manter a liderança no futebol europeu, o Bayern deve continuar suas atividades e treinamentos intensos para os desafios à frente.