No último sábado (22), o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) foi preso após tentar romper sua tornozeleira eletrônica. A decisão foi tomada pelo ministro do STF, Alexandre de Moraes, que considerou a situação grave. O alerta de rompimento do dispositivo de monitoramento foi um dos fatores que levaram à prisão de Bolsonaro na Polícia Federal, em Brasília.
O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), comentou o caso durante um evento no Palácio Tangará, onde estavam políticos e empresários. Ele afirmou que é “difícil entender” a situação do ex-presidente, mencionando que Bolsonaro, aos 70 anos, pode estar passando por problemas de saúde e sob efeito de medicamentos. Além disso, Nunes ponderou sobre a tensão emocional que essa situação pode causar, mas enfatizou que isso não justifica a ação de Bolsonaro. O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), que era esperado no evento, não compareceu.
Sobre as consequências da prisão de Bolsonaro para as eleições de 2026, Nunes disse que não será candidato e que pretende apoiar Tarcísio, seja na reeleição em São Paulo ou na Presidência. Ele acredita que Tarcísio é um dos melhores quadros do país e deve ser valorizado por suas habilidades de gestão. No evento, outros governadores também se manifestaram. Eduardo Leite (PSD), governador do Rio Grande do Sul, afirmou que a prisão de Bolsonaro é justificável do ponto de vista legal, enquanto Romeu Zema (Novo), de Minas Gerais, expressou solidariedade ao ex-presidente e comentou sobre a possibilidade de mais de um candidato da direita nas próximas eleições.
Para quem quiser acompanhar as discussões sobre o caso e as movimentações políticas em Goiás, é possível acessar as sessões da Assembleia Legislativa e acompanhar as redes sociais dos deputados. Além disso, canais de denúncia e contato oficial estão disponíveis para que a população possa se manifestar sobre questões relevantes. As próximas semanas devem trazer mais atualizações sobre a tramitação do caso e possíveis audiências públicas.