Na manhã de sábado (22), a Polícia Federal prendeu preventivamente o ex-presidente Jair Bolsonaro, em Brasília, no contexto de investigações sobre uma suposta trama golpista. A prisão gerou uma série de movimentações políticas, levando a uma reunião do PL, partido ao qual Bolsonaro é filiado, marcada para esta segunda-feira (24). O encontro, que aconteceria na terça-feira (25), foi antecipado devido à situação do ex-presidente. Entre os participantes estavam a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, os vereadores Carlos Bolsonaro e Jair Renan, além de deputados e senadores da legenda.
Durante a reunião, o presidente do PL, Valdemar Costa Neto, e o advogado Marcelo Bessa discutiram estratégias para lidar com a prisão de Bolsonaro. A decisão da Polícia Federal foi justificada pela necessidade de garantir a ordem pública, especialmente após uma vigília convocada por Flávio Bolsonaro, que é senador. No mesmo dia da prisão, o líder da oposição na Câmara, Zucco (PL-RS), enviou orientações a outros deputados sobre como reagir à situação, destacando que Michelle e Flávio seriam os principais porta-vozes.
No domingo (23), Michelle visitou Bolsonaro na superintendência da Polícia Federal, onde ele está detido. Essa situação marca um momento delicado para o PL, que busca se reorganizar e fortalecer sua base de apoio frente à crise. O partido deverá acompanhar de perto as repercussões políticas e a tramitação de processos relacionados à prisão.
Para quem deseja acompanhar as discussões e sessões sobre o caso, é possível acessar informações através dos canais oficiais da Câmara e Senado, que disponibilizam documentos e atualizações. Audiências públicas e demais movimentações relacionadas à prisão também devem ser monitoradas nos próximos dias, à medida que o cenário político continua a se desenrolar.