January 13, 2026
Política

Eduardo Bolsonaro e o Papel do ‘Terceiro Elemento’ em Visita aos EUA – 19/10/2025

  • outubro 19, 2025
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Recentemente, um grupo de apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro tem atuado a partir dos Estados Unidos, com destaque para o deputado federal Eduardo Bolsonaro e Paulo Figueiredo, neto

Eduardo Bolsonaro e o Papel do ‘Terceiro Elemento’ em Visita aos EUA – 19/10/2025

Recentemente, um grupo de apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro tem atuado a partir dos Estados Unidos, com destaque para o deputado federal Eduardo Bolsonaro e Paulo Figueiredo, neto do ex-presidente João Figueiredo. Além deles, André Porciuncula, ex-PM baiano e ex-secretário nacional de Cultura durante o governo Bolsonaro, também faz parte desse movimento, embora sua presença seja menos notada nas redes sociais. Segundo fontes ligadas a Bolsonaro, Porciuncula tem adotado uma postura crítica em relação ao governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, especialmente após uma tentativa frustrada de indicar Porciuncula para a Secretaria de Cultura de São Paulo no final de 2022.

Porciuncula ocupou a Secretaria Nacional de Incentivo e Fomento à Cultura, onde implementou algumas mudanças polêmicas, como a redução da Lei Rouanet. Em janeiro de 2022, ele foi criticado por gastos excessivos em uma viagem a Los Angeles, onde, segundo relatos, gastou pelo menos R$ 20 mil. Ele tentou se candidatar a deputado federal em 2022, mas não obteve sucesso, conseguindo 82.693 votos. Em 2024, tentou uma vaga como vereador em Salvador, mas obteve apenas 2.758 votos. Desde outubro de 2024, suas redes sociais estão inativas, e sua última postagem em X (ex-Twitter) foi em maio de 2023.

No âmbito jurídico, Porciuncula enfrenta uma ação penal militar por deserção, que está suspensa desde agosto por decisão judicial. O ex-PM também foi sócio de Eduardo em uma empresa no Texas, a Braz Global Holding LLC, que atualmente está inativa. Enquanto isso, Eduardo e Figueiredo têm liderado um lobby para pressionar autoridades brasileiras em apoio a Jair Bolsonaro, que cumpre pena de 27 anos e três meses em prisão domiciliar, conforme decisão do Supremo Tribunal Federal. O governo dos EUA, sob Donald Trump, impôs sanções a integrantes do STF e outras autoridades brasileiras, citando o caso de Bolsonaro como uma das justificativas.

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