May 30, 2026
Política

Gilmar Mendes Defende que Não Existe “Ditadura da Toga” no Brasil

  • setembro 9, 2025
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O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), usou suas redes sociais para responder a críticas frequentes ao Judiciário brasileiro. Na postagem, Mendes destacou que a Corte

Gilmar Mendes Defende que Não Existe “Ditadura da Toga” no Brasil

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), usou suas redes sociais para responder a críticas frequentes ao Judiciário brasileiro. Na postagem, Mendes destacou que a Corte atua como guardiã da Constituição e do Estado de Direito, defendendo garantias fundamentais e impedindo retrocessos. Ele fez a declaração no Dia da Independência, logo após manifestações organizadas por políticos de direita e grupos religiosos, que reuniram milhares de pessoas pedindo anistia para o ex-presidente Jair Bolsonaro e réus envolvidos nos eventos de 8 de janeiro e no impeachment do ministro Alexandre de Moraes.

Mendes ressaltou que não existe “ditadura da toga” no Brasil, e que os ministros do STF têm trabalhado para preservar os direitos assegurados pela Constituição. Ele também se referiu às críticas do ex-presidente Bolsonaro e de seus apoiadores ao sistema eleitoral e à gestão da pandemia. O ministro lembrou que o país enfrentou sérios riscos de autoritarismo, citando episódios de violência e ameaças à democracia, como tentativas de golpe e ataques a autoridades.

Enquanto isso, em um evento na Avenida Paulista, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, chamou a atuação do ministro Alexandre de Moraes de “tirania”, afirmando que a população não aguenta mais a situação atual. Ele enfatizou que o Brasil já passou por muitas tentativas de golpe que ameaçaram a democracia e que crimes contra o Estado Democrático de Direito devem ser punidos rigorosamente.

Para acompanhar a atuação do STF e as sessões, os interessados podem acessar o site oficial do tribunal, que oferece informações sobre pautas, documentos e canais de denúncia. Os próximos passos incluem a continuidade da tramitação de ações relevantes e a realização de audiências públicas sobre temas em discussão.

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