August 26, 2026
Política

Justiça Rejeita Ação de Lulinha contra Vídeo de Flávio em Brasília – 25/08/2026

  • agosto 26, 2026
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A Justiça de São Paulo negou o pedido de Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, para remover um vídeo do senador Flávio Bolsonaro (PL) que o

Justiça Rejeita Ação de Lulinha contra Vídeo de Flávio em Brasília – 25/08/2026

A Justiça de São Paulo negou o pedido de Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, para remover um vídeo do senador Flávio Bolsonaro (PL) que o relaciona a supostos desvios do INSS. A decisão foi da juíza Alessandra Lopes Santana de Mello, da 41ª Vara Cível, que destacou a importância de avaliar pedidos como esse com cuidado, para não limitar a liberdade de expressão. O vídeo, postado em julho, apresenta Flávio em uma simulação de missão para localizar Lulinha, que é chamado de “suspeito de ter roubado milhões de idosos no Brasil”.

Lulinha alega que o vídeo, criado com inteligência artificial, tem a intenção de difamá-lo. A juíza, no entanto, afirmou que a documentação apresentada não comprova a inveracidade do conteúdo, impedindo assim a retirada imediata do vídeo. Ela também mencionou que o pedido poderá ser revisto após ouvir Flávio. Além disso, a Justiça acatou um pedido de Lulinha para que as plataformas X e Instagram preservem dados relacionados às postagens. Ele ainda solicita R$ 10 mil por danos morais e a confirmação de que houve “abuso de direito” na divulgação das imagens.

Atualmente, Lulinha é investigado em três inquéritos no Supremo Tribunal Federal sobre possíveis casos de tráfico de influência. As investigações da Polícia Federal envolvem Lulinha, a empresária Roberta Luchsinger e Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”. Lulinha argumenta que, embora seja filho do presidente, isso não o torna um agente público, e que Flávio estaria usando essa relação para fins políticos.

Para quem quiser acompanhar o andamento desse caso ou outros relacionados, é possível acessar informações no site do Tribunal de Justiça de São Paulo e acompanhar as publicações nas redes oficiais. As audiências e decisões futuras podem ser monitoradas por meio dos canais de comunicação da Justiça.

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