Na Copa do Mundo, a escolha das músicas que tocam nos estádios não é por acaso. Segundo a FIFA, mais de 750 faixas são selecionadas com antecedência por uma equipe de entretenimento que colabora com as associações nacionais. Cada seleção tem sua própria música de “assinatura”, que é tocada quando a escalação é anunciada, além de uma música de aquecimento e uma que rola quando o time marca um gol. Os torcedores também podem cantar a música pós-jogo da equipe vencedora, criando uma atmosfera única e animada.
As playlists refletem a diversidade cultural do torneio, que em 2026 contará com 48 seleções pela primeira vez. Músicas como “Seven Nation Army” do The White Stripes e “Freed from Desire” de Gala são exemplos de hits que se tornaram clássicos dos estádios. Para o autor Andrew Lawn, essas músicas têm em comum um ritmo cativante e são facilmente reconhecíveis, além de estarem ligadas a momentos emocionantes das partidas. Um exemplo disso é “Sweet Caroline”, que ganhou força entre os torcedores ingleses após a pandemia.
Cada seleção traz suas particularidades. Por exemplo, a Argentina escolheu “El Matador” do Los Fabulosos Cadillacs, enquanto Gana apostou na faixa “Kakalika” do DopeNation. O México trouxe três faixas do Mariachi Vargas, e a Coreia do Sul optou por músicas de K-Pop. A música da seleção brasileira, “Bate no Peito”, é uma colaboração entre grandes nomes da música nacional, como Ludmilla e Zeca Pagodinho.
Para quem quer acompanhar os próximos jogos, as transmissões estão disponíveis em diversos canais de TV e plataformas online, além de ingressos que podem ser adquiridos em sites oficiais. A expectativa para as próximas partidas é alta, com torcidas animadas e histórias para serem contadas em cada jogo.