Os Estados Unidos avançaram com sucesso na Copa do Mundo, vencendo Paraguai e Austrália, o que garantiu a liderança do Grupo D antes da rodada final. Na última partida, o time acabou perdendo para a Turquia, mas isso permitiu que o técnico Mauricio Pochettino poupasse alguns titulares. O próximo desafio acontece nesta quarta-feira, 1º de novembro, às 21h (de Brasília), em San Francisco, onde a seleção enfrenta a Bósnia e Herzegovina na fase de 32. Essa será uma partida decisiva, pois qualquer resultado abaixo do esperado pode significar o fim da campanha americana.
Durante a preparação, Pochettino comentou sobre a mobilização dos torcedores, afirmando que nunca viu algo assim nos EUA. Ele destacou que o país está começando a se apaixonar pelo futebol, o que gera uma expectativa enorme para o torneio. A liderança do grupo foi parte do planejamento, e agora a pressão aumenta, já que os resultados são o foco. Christian Pulisic está totalmente recuperado e pronto para jogar os 90 minutos, enquanto o capitão Tim Ream alertou que a Bósnia não deve ser subestimada, pois é um time que chegou à Copa por algum motivo.
A Bósnia, por sua vez, tem um estilo de jogo diferente, focando em uma defesa sólida e aproveitando os contra-ataques. Edin Džeko, com 40 anos, é uma peça chave nesse esquema, liderando um time que combina experiência e juventude. A seleção americana também se preparou para possíveis cobranças de pênaltis, dado o histórico recente. Este será o primeiro confronto oficial entre as duas equipes, com um histórico de amistosos favorável aos EUA. A arbitragem ficará a cargo de Raphael Claus, que já atuou em um jogo anterior da Copa.